Doutoranda, negra e mãe: como fui parar em um programa de sanduíche nos EUA – Mariana Rocha

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Mariana Machado Rocha (Mariana do Berimbau)

Pedagoga; Mestra; Doutoranda em Educação pela Universidade de São Paulo; Poeta; Compositora e performer. Mariana pratica manifestações artístico-culturais afro-brasileiras como dança e capoeira desde 2012; Publicou o livro de poesias Meu Sobrenome é Ousadia, em 2016; Atuou como professora convidada do curso de Administração Pública da FGV-EAESP em 2019, ano em que ministrou a disciplina Gênero e Raça: pensando com o feminismo negro e a cultura afro-brasileira.

machado.mari.r@gmail.com

RELATO

Esse texto tem como objetivo compartilhar minha experiência de aprovação em uma bolsa de doutorado sanduíche da Fulbright nos Estados Unidos, colaborar para a desmistificação do modelo de “pesquisador ideal” e encorajar mulheres negras na pós-graduação a valorizar suas trajetórias individuais e possibilidades de reconhecimento e auto-estima enquanto intelectuais.


Como citar: ROCHA, Mariana Machado. Doutoranda, negra e mãe: como fui parar em um programa de sanduíche nos EUA. Revista Firminas, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 48-61, jan/jul, 2021.

Publicado em: 11/03/2021

Editoria:

Fernanda Miranda
Luciana Diogo
Marília Correia

e_mail: revistafirminas@gmail.com

Arte | #1: Carolina Itzá

Diagramação | artigo: Érica Rodrigues

Capa | #1: Carolina Fernandes

Revisão | artigo: Simone Basílio

Edição de vídeos | #1 Aline Fátima

Logomarca | Wal Paixão

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