17/10/1857 – A primeira resenha de Úrsula

Subscreve-se para para esta obra…*

No nascente mercado literário do século XIX, era bastante comum que “editores” empregassem a estratégia de assinaturas para venderem seus livros. As subscrições eram um tipo de venda baseada na confiança estabelecida entre proponentes e leitores (subscritores) – estes últimos, comprometiam-se a pagar quando fossem receber o exemplar e, assim, garantiam a publicação da obra. O mesmo acontecia para as histórias publicadas em capítulos, como os folhetins.

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15 de Outubro de 1847 – Firmina Professora

“15 de outubro de 1847: Maria Firmina dos Reis é nomeada oficialmente professora da cadeira de primeiras letras para meninas em Guimarães; as aulas serão dadas no próprio lar da professora, na Praça Luís Domingues.”
 
 

Fonte: A Arte Literária | Blog – A Educadora Maria Firmina dos Reis

A Escritora Maria Firmina dos Reis: História e Memória de Uma Professora no Maranhão do Século XIX”, páginas 61 e 118, Carla Sampaio dos Santos, dissertação de mestrado, Universidade Estadual de Campinas, 2016.

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Úrsula – Editora Taverna

APRESENTAÇÃO 

Sem dúvidas, um dos primeiros romances femininos publicados no país, Úrsula(1859), de Maria Firmina dos Reis, torna-se, atualmente, uma obra extremamente necessária para entender o Brasil. Desde o ano passado, ano do centenário de morte  da autora, a obra vem ganhando novas edições e ocupando as estantes das livrarias brasileiras.

De acordo com os editores da Taverna, as qualidades literárias e a biografia admirável da autora transformam também esta obra em registro histórico, que narra de forma inédita a situação dos negros escravizados e a opressão das mulheres. Em agosto, a Taverna lançou sua edição do romance.

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Aniversários das “expedições” – Pierre Verger, Mário de Andrade e Marcel Gautherot

 

Pierre Verger: fotógrafo-antropólogo

Há 70 anos, em agosto de 1948, Pierre Verger esteve no Maranhão e registrou mais de 250 cenas da vida cotidiana  daquela época: cenas de trabalho, de festas religiosas e populares, de paisagens urbanas e rurais que mostram a sensibilidade e a visão de pesquisa do fotógrafo-antropólogo.  As fotos dessa visita estão preservadas pela Fundação Pierre Verger, em Salvador, e  também podem ser acessadas no Museu Afrodigital da UFMA

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